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É incrível a facilidade com que julgamos os outros. Vemos o cisco no olho do próximo, mas não enxergamos a trave em nosso olho… “Não julgueis, para não serdes julgados”. Você já ouviu isso em algum lugar? É uma advertência clara de que toda má ação que você comete gera prejuízo para você mesmo, porque quando você julga o outro você mede a si mesmo. Você não é capaz de perceber um defeito que não conhece. Se lhe mostrarem o motor quebrado de uma nave espacial e lhe perguntarem onde está o defeito, você não vai saber dizer. Ou vai? Suponho que não. Enfim, você só nota aquilo que conhece. Os defeitos, os erros, as falhas que você vê nos outros são falhas que você tem, em maior ou menor grau. Como é que você nota quando alguém está sendo malicioso? Porque você conhece malícia. Se não conhecesse, não perceberia. Quando você julga o outro você mede a si mesmo Como é que você cuida os erros alheios e não cuida os seus próprios?  Como é que você é tão severo com as falhas do outro e sempre arruma uma desculpa pras suas? Como é que você fica tão indignado ao perceber os defeitos do próximo e se sente tão injustiçado quando apontam os seus defeitos? Dois pesos e duas medidas. Apontamos os defeitos dos outros numa tentativa ridícula de nos destacarmos, pois nos elevamos a nossos próprios olhos e diminuímos o próximo com nossas conclusões tortas e nossos julgamentos fraudulentos. Não se esqueça de que aqueles defeitos e erros que você, espírito imortal, não apresenta neste atual passeio terrestre, provavelmente já teve e cometeu em outras experiências. Sem falar que ninguém está livre de errar ainda pro futuro… Não vamos virar santos da noite para o dia. Não há fórmula mágica para a reforma íntima. Mas será que não podemos nos tornar desde já um pouquinho mais tolerantes? Não é por bondade que falo. Ao ser severo com alguém, você está sendo severo com você mesmo. Você entende isso? Quem você acha que nos julga?
Sem sacrifício não há vitória, este é o lema de “Transformers: O último cavaleiro”. Eu e o pequeno somos #apaixonados pelo filme pelos carros robôs alienígenas etc etc. Mas aqui quero chamar atenção para a frase que amo mais que o filme. Sem sacrifício não há vitória!... Frase de Optimus Prime. Toda #conquista pressupõe sacrifício! As pessoas querem r mas não estão dispostas a sacrificar! Não há atalhos para o #sucesso! Por mais que você busque alternativas que não dependam dos seu esforço, uma hora a #verdade te encontrará. A realidade requer uma #postura ativa, onde você assuma a #responsabilidade pelo seu #caminho e enfrente todos os #obstáculos que surgirem. Isso é inerente a nossa condição humana… não adianta fugir nem fingir que o #trabalho não é necessário para atingirmos nossos objetivos! Quem vive na ilusão de que o #sucesso cairá do céu só encontrará a frustração! E pior, você perderá o controle sobre os rumos da sua vida e perceberá lá na frente que poderia ter agido de forma diferente! Está disposto a lutar pelo seu objetivo? #coaching #metas #coachingempreendedor #trasformeseoultimocavaleiro #transformes #cinemark #cinema #psicóloga #soucoach #foco #sacrifício #Vitória
Já carregou o mundo nas costas? É fácil ter raiva assim. Eu falo da regra dos três terços de responsabilidade para todo mundo desde que a aprendi. A regra diz que em tudo existem 3 terços de responsabilidade: a minha, a do outro e a do mundo. Eu não tenho controle sobre o que cabe ao outro e sempre existem fatores que não estão no controle de ninguém (esse é o do mundo). Eu sou responsável apenas pelo meu terço, mas sou totalmente responsável por este terço. Se você costuma assumir a culpa por tudo e se castigar, tenho certeza que vai achar um modo de deturpar essa regra 😀. Vejo isso sempre. Mas é um exercício. Com o tempo se chega lá. T53: regra dos 3 terços. #100dias #100diassemraiva #semraiva #raiva #responsabilidade #trestercos #angry #anger #angermanagement #responsability